Uma fiscalização conjunta em Aparecida reuniu a Prefeitura local e diversas forças policiais no sábado, 8 de agosto, para combater os ambulantes ilegais que vendem fitinhas e terços para os romeiros que visitam a cidade.

Conhecidos como “malhadores de fitinhas”, esses ambulantes costumam ficar no entorno do Santuário Nacional e na Praça Nossa Senhora Aparecida.

Aparecida - Fiscalização de ambulantes ilegais
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Segundo a Prefeitura de Aparecida, a prática oferece riscos aos turistas, em função de arrecadação de dinheiro de forma indevida, furtos e divulgação de informações falsas, gerando o registro de inúmeros boletins de ocorrência na polícia.

A ação conjunta envolveu as Secretarias de Indústria e Comércio e de Turismo de Aparecida, a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Rodoviária Federal, a Guarda Civil Municipal e o CONSEG – Conselho Comunitário de Segurança.

A fiscalização abordou diversos ambulantes ilegais, que foram identificados e orientados sobre a ilegalidade da prática, além de terem seus produtos apreendidos.

Há muito tempo isso acontece na cidade e além da falta de segurança, a imagem da cidade acaba sendo prejudicada, afinal muitos turistas sofrem com a abordagem ilegal. Além dos órgãos envolvidos contamos com a colaboração e ajuda dos comerciantes e munícipes“, afirma o Secretário de Indústria e Comércio de Aparecida, José Fábio Moreira, para quem a ação mostra a preocupação de todos os órgãos em zelar pela segurança dos visitantes e munícipes.

Aparecida - Mercadorias apreendidas pela fiscalização com ambulantes ilegais
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De acordo com a Prefeitura de Aparecida, novas ações de fiscalização serão realizadas com o objetivo de inibir as ações dos “malhadores”.

Nota do Editor
Ações como essa são louváveis, mas seria recomendável que elas passassem a abranger outras práticas que prejudicam os visitantes, como, por exemplo, os “promotores” de restaurantes que fazem ofertas que depois não são cumpridas e as práticas de cobrança de alguns estabelecimentos de alimentação que adotam práticas enganosas de cobrança, conforme diversos de nossos leitores já denunciaram. São práticas tradicionais e conhecidas, que só prejudicam os visitantes, o destino e os demais e contrribuintes.