Santuário de Fátima vazio em razão do coronavírus - foto Humberto Magro -reprodução Facebook
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Santuário de Fátima vazio em razão do coronavírus – foto Humberto Magro -reprodução Facebook

Quando chegar a hora de a ansiedade, a incerteza, o sofrimento, a tristeza, a dor e o medo darem lugar ao alívio e à esperança.
Quando chegar a hora de voltarmos a poder andar livremente pelas ruas, caminhar sem a pressa dos que se sentem ameaçados, olhar para alguém na rua sem ter de ficar pensando se vai ser ele ou ela que vai nos transmitir o vírus temido.
Quando chegar a hora de podermos sair de casa sem preocupações, de voltarmos a trabalhar normalmente, de irmos de casa para o trabalho, de um lugar para outro, de uma cidade para outra, de um país para outro.
Quando chegar a hora de podermos voltar a nos reunir, rir, dar as mãos, abraçar e beijar.
Quando chegar a hora de, finalmente, podermos voltar a nos ajoelhar nas igrejas e templos para dar graças a Deus pelas graças recebidas.
E pedir pelas almas daqueles que Ele chamou à Sua presença; pelo conforto espiritual de suas famílias e amigos.
E pelos que perderam seus trabalhos, seus negócios, seus sonhos.
Não se esqueça do impacto das imagens das ruas vazias, das igrejas e templos fechados, das velas que não podem levar a Deus os pedidos dos que clamam e os agradecimentos dos que dão graças.
E faça as viagens que só ficaram nas vontades e nos planos. Vá visitar os lugares sagrados, os santuários, as igrejas.
Aproveite cada oportunidade, cada momento, cada dia, cada minuto. Viva, viaje, explore, aprenda.
Colha experiências, lembranças, memórias, cheiros e gostos.
Vá viver seus sonhos, vá conhecer, vá experimentar, vá degustar, vá viver.
Enquanto é tempo, enquanto é possível.
Pois, como aconteceu neste começo de ano, nunca vamos saber quando vai chegar a hora.

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